terça-feira, 29 de novembro de 2016

Senadores já haviam aprovado mais cedo texto-base da PEC no plenário.
Proposta estabelece limite para gastos da União pelos próximos 20 anos.


29/11/2016 22h39 - Atualizado em 30/11/2016 00h40

Senado conclui votação em 1º turno da PEC do teto de gastos

Senadores já haviam aprovado mais cedo texto-base da PEC no plenário.
Proposta estabelece limite para gastos da União pelos próximos 20 anos.

FONTE G1
O plenário do Senado concluiu no início da madrugada desta quarta-feira (30) a votação, em primeiro turno, da Proposta de Emenda à Constituição 55, que estabelece um limite para os gastos públicos pelos próximos 20 anos. A PEC ainda precisa ser analisada em segundo turno, previsto para 13 de dezembro.

O texto-base da proposta já havia sido aprovado na noite desta terça (29), mas, para concluir a votação, os senadores precisavam analisar três destaques (sugestões de alteração ao texto), que acabaram todos rejeitados. Um deles, por exemplo, excluía os investimentos em saúde e em educação do teto.

Por se tratar de uma proposta de mudança na Constituição, a proposta, para ir a segundo turno, precisava ser aprovada por pelo menos três quintos dos parlamentares (49 dos 81) e recebeu 61 votos (14 senadores foram contra) – saiba como cada senador votou.

Conluída a análise em primeiro turno, a PEC deverá ser analisada em segundo turno no próximo dia 13 de dezembro – no qual também precisará do apoio de, ao menos, 49 senadores.
Durante a sessão desta terça, a medida foi criticada por senadores que fazem oposição ao Palácio do Planalto. Os oposicionistas chamaram o texto de "PEC da maldade" porque, na visão deles, a proposta vai "congelar" os investimentos em saúde e educação.

Inicialmente, somente os líderes partidários encaminhariam os votos, mas o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), deixou que todos os senadores inscritos pudessem discursar na fase de encaminhamento.

Embora tenha sido aprovada por 61 votos a 14, a PEC recebeu menos votos que o previsto pelo líder do governo no Congresso, Romero Jucá (PMDB-RR), que previa até 65 votos favoráveis à proposta.

Regras
A proposta estabelece que, nas próximas duas décadas, as despesas da União (Executivo, Legislativo e Judiciário e seus órgãos) só poderão crescer conforme a inflação do ano anterior.

Já para o ano de 2017, o texto institui que o teto de gastos corresponderá à despesa primária – que não leva em consideração os juros da dívida pública –, corrigida em 7,2%.

Nos demais anos de vigência da medida, o teto corresponderá ao limite do ano anterior corrigido pela inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Pelo texto da PEC, se um poder ou órgão desrespeitar o limite de gastos sofrerá, no ano seguinte, algumas sanções, como ficar proibido de fazer concursos ou conceder reajustes.

O texto permite, por exemplo, que um poder extrapole o teto. No entanto, nessa hipótese, será necessária a compensação do gasto excedente por outro poder.

Inicialmente, os investimentos em saúde e em educação entrariam no teto já em 2017, mas, diante da repercussão negativa da medida e da pressão de parlamentares da base, o governo concordou que essas duas áreas só se enquadrarão nas regras a partir de 2018.

Ficam de fora do alcance da proposta as transferências constitucionais a estados e municípios, além do Distrito Federal, os créditos extraordinários, as complementações do Fundeb, gastos da Justiça Eleitoral com eleições, e as despesas de capitalização de estatais não dependentes.

A PEC permite que, a partir do décimo ano de vigência do teto, o presidente da República poderá enviar um projeto de lei para mudar a forma de correção do limite.

Tentativas de mudanças
Contrários ao texto, senadores da oposição apresentaram emendas (sugestões de alteração) à proposta para que a população seja consultada para a PEC passar a valer. Eles também querem que o pagamento dos juros da dívida pública também sejam incluídos no teto.

No entanto, em menor número, a oposição deve ter dificuldades para promover mudanças na proposta.

A oposição também quer retirar do limite os investimentos em saúde e em educação.

Governistas pretendem derrubar quaisquer tentativas de alterações ao texto, pois eventuais modificações fariam a PEC ser reexaminada pela Câmara. O Planalto quer o texto promulgado pelo Congresso ainda neste ano.
Lados opostos
Relator da proposta, o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), defende em seu parecer que, sem a imposição do teto, a dívida da União entrará em uma trajetória insustentável.

"O resultado final [sem o limite de despesas] é uma forte aceleração da inflação ou moratória, com consequências sobre o crescimento e a economia", diz.

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), por sua vez, critica a previsão de a proposta vigorar por 20 anos. "É um arrocho por muito tempo", argumenta.

Sessão tumultuada
Antes do início da análise da PEC, Renan Calheiros suspendeu a sessão por cinco minutos para que dois manifestantes fossem retirados do plenário.

Aos gritos, Gláucia Moreli, que disse ser presidente da Confederação das Mulheres do Brasil, protestou contra o texto.

Ela foi retirada por seguranças, mas recebeu apoio de parlamentares petistas, como Lindbergh Farias (RJ), Regina Sousa (PI) e Paulo Paim (RS).

"Nós queremos as verbas da saúde, da educação, o orçamento da União ano passado foi destinado a banqueiros e só 5% para a saúde. Como vai ficar quem precisa de saúde e educação públicas? Ainda mais agora com 13 milhões de desempregados", disse Gláucia a jornalistas após ser retirada do plenário.

Do lado de fora, manifestantes contrários à PEC entraram em confronto com a Polícia Militar. Enquanto isso, Eunício Oliveira (PMDB-CE), relator da proposta, lia seu parecer favorável à aprovação do texto.

Ao longo da sessão, vários senadores da oposição pediram a Renan que liberasse o acesso às galerias do Senado. Eles queriam que representantes de movimentos sociais pudessem acompanhar a votação.

No entanto, Renan manteve as galerias fechadas ao público, alegando que a presença dos manifestantes poderia provocar tumultos no plenário.

terça-feira, 1 de novembro de 2016


Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A novela “A Usurpadora” foi ao ar no ano de 1998 na Televisa e exibida no Brasil diversas vezes pelo SBT. Agora, a emissora de Silvio Santos acaba de anunciar sua oitava exibição para o dia 7 de novembro às 13h00, apenas para os estados que não tem programação local.
O elenco contou com os nomes de Gabriela Spanic, Fernando Colunga, Libertad Lamarque, Chantal Andere, Dominika Paleta e Juan Pablo Gamboa nos papeis principais. 18 anos depois, muitas mudanças aconteceram e todos eles estão completamente diferentes da época.
Diante disso, preparamos fotos atualizadas de cada um deles, e você as confere a seguir:

Gabriela Spanic – Paola/Paulina (Foto: Divulgação)
Fernando Colunga (Foto: Divulgação)
Fernando Colunga – Carlos Daniel (Foto: Divulgação)
Dominika Paleta - Leda (Foto: Agustín Salinas/EL UNIVERSAL)
Dominika Paleta – Leda (Foto: Agustín Salinas/EL UNIVERSAL)
Chantal Andere
Chantal Andere – Estefane (Foto: Divulgação)
Paty Díaz - Lalinha (Foto: Divulgação)
Paty Díaz – Lalinha (Foto: Divulgação)
Juan Pablo Gamboa - Willy (Foto: Divulgação)
Juan Pablo Gamboa – Willy (Foto: Divulgação)
Marcelo Buquet (Foto: Divulgação)
Marcelo Buquet (Foto: Divulgação)
Maria Solera - Lizete Bracho (Foto: Reprodução)
Maria Solera – Lizete Bracho (Foto: Reprodução)
Sergio Miguel - Carlinhos (Foto: Reprodução)
Sergio Miguel – Carlinhos (Foto: Reprodução)
Libertad Lamarque (Vovó Piedade) morreu aos 92 anos, em 2000. Ela atuou em "Carinha de Anjo" pouco antes (Foto: Televisa / SBT)
Libertad Lamarque (Vovó Piedade) morreu aos 92 anos, em 2000. Ela atuou em “Carinha de Anjo” pouco antes (Foto: Televisa / SBT)


Foto: Divulgação
Xuxa Meneghel recebe Ivete Sangalo em seu programa na Record (Foto: Blad Meneghel)
Assim como Luan Santana, Ivete Sangalo decidiu também boicotar programas da Record. A cantora diz que não irá mais comparecer às atrações da emissora da Barra Funda.
Há alguns dias, Ivete telefonou para Xuxa, de quem é muito amiga, explicando que, embora a considere muito, não irá mais a seu programa ou a qualquer outro na Record, segundo informações do jornal Agora São Paulo. O motivo é do boicote da cantora às atrações do canal, é uma entrevista com seu irmão Jesus Sangalo. A Record foi procurada pelo jornal, mas afirmou que não vai se manifestar sobre o caso.
Em entrevista concedida ao jornalístico “Câmera Record”, em junho, o irmão de Ivete disse que uma falsa acusação de que ele teria desviado dinheiro da empresa Caco de Telha – que gerencia a carreira da estrela em 2011 – o prejudicou “profissionalmente e psicologicamente”, e que a irmã não o defendeu.. Ele ainda declarou não sentir falta de Ivete, mas voltou atrás em entrevista ao programa “Jogo do Poder”, da rede CNT, onde disse que mentiu.
Além de Ivete, no final de setembro, Luan Santana também já disse que não aparece mais em programas da Record. No caso do cantor, o boicote é por causa das constantes notas que a jornalista Fabíola Reipert publica no portal da emissora sobre Luan.


(Divulgação)


De acordo com dados preliminares do Ibope, a estreia de Cavaleiros do Zodíaco rendeu média de 0,4 ponto com pico de 0,9 ponto no ibope. A audiência é ótima para os padrões da emissora, que costuma registrar 0,1 ponto no ibope para menos. 
 
Mauro Beting deixa o FOX Sports e assina com o Esporte Interativo (Divulgação)
O jornalista Mauro Beting está de mudança. O contrato com a rede FOX Sports venceu nesta segunda-feira, dia 31 de outubro. A emissora e o profissional decidiram não renovar o contrato de forma amigável. 

O comentarista optou por assinar contrato com a rede Esporte Interativo e estreia na tela do canal já nesta terça-feira, dia 1º de novembro, nas transmissões de partidas válidas pela Liga dos Campeões

Nesta terça, dia 1º de novembro, o canal EI MAXX transmite duas partidas, começando mais cedo com o Besiktas que recebe na Turquia o Napoli. Na última rodada os turcos conseguiram superar os napolitanos por 3 a 2 na Itália e acabaram com sua sequência invicta. Com o fator casa a seu favor, o Besiktas depende apenas de si para garantir a liderança isolada do grupo. Mais tarde, o segundo duelo imperdível de Guardiola com seu ex-time em Manchester City e Barcelona. Depois de mais um resultado ruim frente ao time que o revelou, o treinador terá que quebrar a cabeça e contar muito com o apoio da torcida para fazer frente aos catalães. Para piorar, o Manchester City vem de uma sequência ruim sob seu comando e precisa reverter esse momento o quanto antes, principalmente porque a situação no grupo C não é tão confortável. 

No EI MAXX 2, o Bayern de Munique enfrenta o PSV em busca de colar no líder do Grupo D, Atlético de Madrid. O time holandês não vem de bons resultados na competição, porém joga a vida em casa para tentar permanecer com chances de classificação para a próxima fase. Nesse grupo, se os favoritos Atlético de Madrid e Bayern de Munique ganharem seus jogos, estão classificados para a próxima fase. 

 
Oi TV reajusta valores e pacotes ficam mais caros (Divulgação)


operadora de multisserviços Oi reajustou os valores de seus pacotes de televisão por assinatura nesta terça-feira, dia 1º de novembro. O valores tiveram reajuste médio de R$ 10,00 por pacote nos planos fora de combo e de cerca de R$ 5,00 dentro dos combos. 

Com o reajuste, novos assinantes pagarão R$ 99,90 no plano Start HD sem combo e R$ 64,90 se assinar um combo. Já o pacote Mix HD passa a custar R$ 119,90 fora dos combos e R$ 84,90 nos combos. O pacote Total HD é vendido agora por R$ 149,90 sem combo e R$ 114,90 em combo. 

Os assinantes também podem adicionar pacotes opcionais. O pacote com os 10 canais da HBO custam R$ 35,00. Já os 6 canais do Telecine são comercializados por R$ 45,00 ao mês. O canal de lutas Combate custa R$ 62,90 no combo ou R$ 70,00 sem combo. Assinantes que optarem por assinar fora dos combos podem acrescentar ainda o pacote FOX+ Premium por R$ 24,90 ao mês. 
 
Vivo terá de ativar 3G em todas as cidades com 2G, determina Anatel (Divulgação)


Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou, na última quinta-feira, dia 27 de outubro, um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que prevê investimentos do Grupo Telefônica/Vivo de R$ 4,87 bilhões. Os investimentos estão detalhados no TAC firmado com a Agência, que troca as multas aplicadas por investimento da prestadora. O TAC, depois da aprovação no conselho diretor da Anatel, agora será encaminhado para aprovação do Tribunal de Contas da União (TCU). 

Os valores serão divididos entre investimentos para garantia dos direitos dos usuários, na qualidade dos serviços, em ações de combate as interrupções na prestação de telecomunicações, em promoção da universalização e no desenvolvimento de infraestrutura de Redes de Acesso Ópticas (FTTH). 

A Agência estabeleceu que o Grupo Vivo deverá nos próximos 4 anos atender 100 municípios com estrutura de ultra banda larga, sendo 35 dentro do Estado de São Paulo, área de atuação do Grupo como concessionária, e 65 fora do Estado; ampliar o backbone, rede de suporte a telefonia fixa e de transmissão de dados, da prestadora em 7,2 mil km; atender 152 municípios com cobertura móvel de 4G; instalar 3G em municípios onde há unicamente 2G; e a prestadora deverá também atualizar em 100% a planta de orelhões. 

A prestadora deve também investir em sistemas integrados para que os usuários possam ser atendidos online em suas demandas de serviços fixos de voz e dados e de serviços móveis. Além disso, seis meses após a assinatura do TAC, a Telefônica/Vivo deve criar ouvidoria para atendimento das solicitações dos usuários. 

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Sinal analógico será desligado em Brasília (Foto: Reprodução/Globo)
Telespectadora de Brasília assiste TV com sinal analógico, que será desligado
(Foto: Reprodução/Globo)
A Abratel (Associação Brasileira de Rádio e Televisão), ignorou pesquisa do Ibope e decidiu apoiar o desligamento da TV analógica em Brasília e cidades goianas no entorno da capital federal, já para esta quarta-feira (26), como previsto inicialmente.
Segundo a pesquisa realizada pelo Ibope, ainda não foi atingido o percentual necessário (93%) para que se faça o “apagão analógico”, onde somente aparelhos com TV digital terão acesso à TV aberta. Um grupo defende que o desligamento analógico e Brasília e entorno, seja adiado por mais dez dias. A Abratel, no entanto, já se manifestou contra o adiamento e diz que “entende que os critérios e metodologias aplicados à pesquisa precisam ser aprimorados” (confira abaixo o comunicado na íntegra).
A palavra final se o desligamento da TV analógica em Brasília será nesta quarta-feira (26), ou se será prorrogado, é do ministro da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab. Para adiar o apagão no Distrito Federal, é necessária uma portaria do ministro.
“A Abratel, Associação Brasileira de Rádio e Televisão, informa que apoia a manutenção da data de desligamento do sinal analógico de TV em Brasília, prevista para quarta-feira, dia 26 de outubro.
Os associados consideram que os esforços da Anatel, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, da empresa representante das operadoras de telefonia, a Seja Digital, e dos radiodifusores de Brasília surtiram um efeito satisfatório.
Embora os números da pesquisa apresentada na data de ontem pelo Ibope ao Grupo de Comunicação – GTCom – que integra o Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV – GIRED, não tenham alcançado o percentual de 93% de domicílios aptos ao recebimento do sinal digital no Distrito Federal, a Associação Brasileira de Rádio e Televisão – ABRATEL, decidiu apoiar o desligamento do sinal analógico na Capital do país.
A ABRATEL entende que os critérios e metodologias aplicados à pesquisa precisam ser aprimorados; para tanto já apresentou sugestões, as quais espera que sejam logo colocadas em discussão e incorporadas.
Reitera seu compromisso de garantir que a população brasileira tenha, sempre, total acesso à TV ABERTA, agora digital. Oferecendo a todos, sem qualquer distinção, uma melhor qualidade de áudio e vídeo.
Brasília, 25 de outubro de 2016.
ABRATEL”


William Bonner e Renata Vasconcellos comandam o "Jornal Nacional" (Foto: Globo/Estevam Avellar)
William Bonner e Renata Vasconcellos comandam o “Jornal Nacional”
(Foto: Globo / Estevam Avellar)

O “Jornal Nacional” andou perdendo anunciantes nos últimos dias. Segundo um levantamento feito pela coluna do jornalista Ricardo Feltrin entre os últimos dias 10 e 19, o volume de anúncios no “Jornal Nacional” caiu neste mês, apesar de ser um dos produtos mais importantes da Globo, líder de audiência há mais de 40 anos
A emissora, por sua vez, se manifestou sobre o assunto e negou que haja qualquer alteração relevante, afirmando que há apenas efeitos sazonais causados pelas mudanças de programação devido ao horário eleitoral em alguns Estados. Porém, houve uma queda evidente de anúncios pagos e crescimento de veiculações institucionais.
Ou seja, aumentou o número de propagandas da própria Globo, como chamadas para novas novelas, filmes da “Tela Quente”, informes sobre a migração para a TV Digital ou boletins e ações da Fundação Roberto Marinho, já que praticamente todas as edições do “JN” seguem com os históricos cinco breaks comerciais.
Porém, em pelo menos dois dias, quatro desses cinco intervalos não tiveram comercial nenhum: apenas chamadas internas ou de produtos próprios. Procurados pelo colunista, especialistas em mercado publicitário apostam que 2016 não será um bom ano para as TVs abertas, a despeito de ter sido um ano com Jogos Olímpicos no Rio.
Eles acreditam que a maioria das TVs abertas deve ter queda na arrecadação de anúncios em até 10% este ano.
“Jornal Nacional tem uma configuração para atender a um cenário com praças com e sem horário eleitoral, com inclusive, durações variadas. O JN está com um bloco e um break a mais nas praças que não têm 2º turno, como por exemplo São Paulo, e este break não está sendo colocado à venda”, disse a emissora.
A seguir, você confere dados de oito dias do “JN”:
JN – 10/10
Oferecimento: Crefisa
Break 1
Futebol  2016 (Brahma, Casas Bahia, Itaú, Johnson & Johnson, Sadia, Vivo)
Propaganda Moderninha – Pag Seguro UOL
Break 2
Chamada seriado “Supermax”
Banco Original
Chamada novela “Rock Story”
Break 3
Chamada TV digital
Chamada “Tela Quente”
Break 4
Cerveja Budweiser
Chamada Eliminatórias da Copa – Brasil  X Venezuela (sem patrocinadores do futebol)
Break 5
Chamada novela “A Lei do Amor”
Chamada Patrocinadores Fórmula 1 (Renault, ZAP Imóveis, Itaipava, Unilever, Santader, Tim)
JN 11/10 – Exibido mais cedo (20h)
Oferecimento: Crefisa
Break 1
Chamada Futebol 2016 (Brahma, Casas bahia, Sadia, Johnson, Vivo, Itaú)
Chamada seriado “The Black List” (A Lista Negra)
Material Fundação Roberto Marinho-Unicef
Break 2
Agro Brasil
Ford
Seara
Santander
Break 3
Samsung
Sky TV
Chamada “Nada Será como Antes”
Break 4
Chamada GP Brasil de Fórmula 1
Chamada “The Voice”
Break 5
Chamada ” A Lei do Amor”
Material da ONU
JN – 12/10
Oferecimento: Crefisa
Break 1
Nissan
Iogurte Vigor Grego
Gol Linhas Aéreas
Chamada Futebol Fluminense x Corinthians (com patrocinadores)
Break 3
Chamada seriado “The Black List” (1 minuto de duração)
Chamada série “Nada Será Como Antes”
Chamada Semana da Educação – Fundação Roberto Marinho
Chamada – TV Digital
Break 4
Chamada “Rock Story”
Material Governo do Estado de SP – Ideb
Forças Armadas – Alistamento
Chamada novela “A Lei do Amor”
JN – 13/10
Oferecimento; Crefisa
Break 1
Seara Gourmet (Robert De Niro)
Toyota
Break 2
Volkswagen
Chamada seriado “The Black List”
Break 3
Chamada série “Supermax” (com 1 minuto de duração)
Break 4
Renault
Governo Federal – Equilíbrio de Contas
Chamada novela “A Lei do Amor”
Break 5
(só os patrocinadores do futebol – sem matéria ou chamada de futebol)
Listerine
Banco Itaú
Vivo
Sadia
Casas Bahia
Brahma
JN – 14/10
Oferecimento: Crefisa
Break 1
Futebol 2016 (Brahma, Casas Bahia, Itaú, Johnson, Sadia, Vivo)
Chevrolet
Break 2
Caoa
Net Operadora
Break 3
Ford Distribuidores
Chamada seriado “The Black List” (1 minuto de duração)
Break 4
Renault Duster
Governo Federal – Equilíbrio de Contas
Chamada novela “A Lei do Amor”
Break 5
Feirão Chevrolet Palazzo
Casas Bahia
Toyota
JN – 17/10
Oferecimento: Crefisa
Break 1
Banco Itaú (30 segundos)
Break 2
Futebol 2016 (Itaú, Brahma, Casas Bahia, Johnson, Sadia, Vivo)
Chamada “A Lei do Amor”
Break 3
Chamada “Nada Será Como Antes” (1 minuto de duração)
Break 4
Aprendiz Legal – CIEE – Fundação Roberto Marinho
Chamada novela “A Lei do Amor”
Break 5
Instituto Brasileiro Gagueira – Globo Respeito
Chamada “Tela Quente”
JN -18/10
Oferecimento: Crefisa
Break 1
Futebol 2016 (Itaú, Brahma, Casas Bahia, Johnson e Johnson, Sadia, Vivo)
Samsung
Break 2
GP Brasil de Fórmula 1 – Venda de Ingressos
Chamada “A Lei do Amor”
Break 3
Conservação Internacional – Globo Menos é Mais
Chamada novela “Rock Story”
Break 4
Sebrae – Feira de artesanato
Chamada novela “A Lei do Amor”
Break 5
Chamada – “Nada Será Como Antes”
JN 19/10
Oferecimento: Crefisa
Break 1
Hyundai
Ministério da Educação (Enem – MEC)
Chamada seriado “The Black List”
Break 2
Chamada – Sinal Digital Globo
Chamada “Nada Será Como Antes”
Break 3
Conservação Internacional – Globo Menos é Mais
DVD Globo Repórter
Chamada novela  “A Lei do Amor”
Break 4
GP Brasil – Fórmula 1 – Venda de ingressos
Aprendiz Legal – CIEE – Fundação Roberto Marinho
Chamada novela “Rock Story”
fonte tv foco